IA não pensa. Não sente. E provavelmente nunca terá consciência.
O artigo desmonta a ideia de que modelos de linguagem pensam ou possuem consciência. Explica, de forma técnica e filosófica, que LLMs são sistemas estatísticos avançados, capazes de gerar linguagem coerente sem compreensão, intenção ou experiência subjetiva. O texto defende uma visão de computação honesta, que é valorizar o real poder da IA sem romantização, distinguindo claramente inteligência funcional de consciência.